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Fui Demitido com Fascite Plantar: O Que Fazer?

Se você foi demitido enquanto sofria de fascite plantar, você pode estar se sentindo perdido e preocupado com seus direitos. Como advogado trabalhista, estou aqui para guiá-lo através desta situação complexa e ajudá-lo a entender suas opções. Neste artigo, vamos explorar detalhadamente a fascite plantar no contexto do ambiente de trabalho, seus direitos como trabalhador e os passos que você pode tomar para proteger seus interesses.

O que é Fascite Plantar?

A fascite plantar é uma condição dolorosa que afeta a planta do pé, especificamente a fáscia plantar, uma faixa de tecido que conecta o calcanhar aos dedos dos pés. Esta condição pode causar dor intensa, especialmente nos primeiros passos da manhã ou após longos períodos em pé.

Sintomas comuns:

  • Dor aguda na parte inferior do pé, próxima ao calcanhar
  • Dor que piora após períodos de repouso
  • Rigidez no pé e no tornozelo
  • Dificuldade para caminhar ou ficar em pé por longos períodos

Causas principais:

  1. Ficar em pé por longos períodos em superfícies duras
  2. Uso de calçados inadequados
  3. Sobrepeso ou obesidade
  4. Atividades de alto impacto
  5. Estrutura do pé (pés planos ou arco muito alto)

Fascite Plantar e o Ambiente de Trabalho

A fascite plantar pode ser considerada uma doença relacionada ao trabalho em muitos casos. Certas profissões e condições de trabalho aumentam significativamente o risco de desenvolver esta condição.

Profissões de alto risco:

  • Professores
  • Enfermeiros e profissionais de saúde
  • Trabalhadores de fábricas
  • Vendedores de lojas
  • Garçons e bartenders
  • Cozinheiros
  • Trabalhadores da construção civil

Fatores de risco no ambiente de trabalho:

  1. Longos períodos em pé
  2. Pisos duros ou irregulares
  3. Calçados inadequados (incluindo EPIs mal ajustados)
  4. Movimentação frequente de cargas pesadas
  5. Trabalho em escadas ou andaimes

É importante entender que a fascite plantar pode ser considerada uma doença do trabalho tanto por causalidade direta (quando o trabalho é a causa principal) quanto por concausalidade (quando o trabalho agrava ou acelera uma condição pré-existente).

Seus Direitos como Trabalhador com Fascite Plantar

Como trabalhador diagnosticado com fascite plantar, você tem direitos específicos que devem ser respeitados pelo seu empregador. Vamos explorar esses direitos em detalhes:

  1. Direito à saúde e segurança no trabalho: Seu empregador tem a obrigação legal de proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável, que minimize os riscos de desenvolvimento ou agravamento de condições como a fascite plantar.
  2. Direito ao afastamento para tratamento: Se a fascite plantar impedir você de realizar suas funções normais, você tem o direito de se afastar do trabalho para tratamento, com a devida documentação médica.
  3. Direito à estabilidade provisória: Em casos onde a fascite plantar é reconhecida como doença ocupacional, você pode ter direito à estabilidade provisória por 12 meses após o retorno ao trabalho.
  4. Direito à adaptação do trabalho: Seu empregador deve fazer adaptações razoáveis para acomodar sua condição, como fornecer um assento, permitir pausas mais frequentes ou ajustar suas tarefas.
  5. Direito à indenização: Se a fascite plantar for comprovadamente relacionada ao trabalho, você pode ter direito a indenizações por danos morais e materiais.
  6. Direito ao auxílio-doença acidentário: Nos casos em que a fascite plantar é reconhecida como doença ocupacional, você pode ter direito ao auxílio-doença acidentário, que oferece mais benefícios que o auxílio-doença comum.
  7. Direito à reabilitação profissional: Se a fascite plantar impedir permanentemente o retorno à sua função original, você tem direito à reabilitação profissional pelo INSS.

Lembre-se, esses direitos existem para proteger sua saúde e bem-estar. Não hesite em buscá-los se necessário.

Demissão Durante o Tratamento de Fascite Plantar: É Legal?

A questão da legalidade da demissão durante o tratamento de fascite plantar é complexa e depende de vários fatores. Vamos analisar diferentes cenários:

Cenário 1: Fascite Plantar reconhecida como doença ocupacional

Se a sua fascite plantar foi reconhecida como doença ocupacional e você está afastado recebendo auxílio-doença acidentário, a demissão é ilegal. Você tem direito à estabilidade provisória por 12 meses após o retorno ao trabalho.

Cenário 2: Fascite Plantar não reconhecida como doença ocupacional

Se a fascite plantar não foi reconhecida como doença ocupacional, a situação é mais complicada:

  • Se você estava em licença médica no momento da demissão, esta pode ser considerada discriminatória e, portanto, ilegal.
  • Se você não estava em licença médica, mas pode provar que a demissão ocorreu devido à sua condição de saúde, você pode contestar a demissão por discriminação.

Cenário 3: Demissão por justa causa

A demissão por justa causa durante o tratamento de fascite plantar só é legal se não estiver relacionada à sua condição de saúde e se houver motivos comprovados previstos na legislação trabalhista.

Tabela: Legalidade da Demissão em Diferentes Cenários

CenárioCondiçãoLegalidade da Demissão
1Fascite Plantar reconhecida como doença ocupacionalIlegal
2Fascite Plantar não reconhecida, em licença médicaProvavelmente ilegal
2Fascite Plantar não reconhecida, sem licença médicaDepende (pode ser contestada)
3Demissão por justa causa não relacionada à saúdePode ser legal

Se você foi demitido durante o tratamento de fascite plantar, é crucial buscar orientação jurídica para avaliar a legalidade da demissão e suas opções.

Passos a Seguir Após a Demissão Com Fascite Plantar

Se você foi demitido enquanto tratava de fascite plantar, é importante agir rapidamente para proteger seus direitos. Aqui estão os passos que você deve seguir:

  1. Reúna documentação:
  • Laudos médicos detalhando seu diagnóstico e tratamento
  • Registros de todas as comunicações com seu empregador sobre sua condição
  • Cópias de exames e prescrições médicas
  • Registros de despesas médicas relacionadas à fascite plantar
  1. Solicite sua Carteira de Trabalho: Certifique-se de que a demissão foi devidamente registrada e verifique se há alguma inconsistência.
  2. Obtenha o Termo de Rescisão: Revise cuidadosamente todos os detalhes da rescisão do contrato de trabalho.
  3. Procure um advogado trabalhista: Um profissional especializado poderá avaliar seu caso e orientar sobre as melhores ações a serem tomadas.
  4. Considere entrar com uma reclamação trabalhista: Se houver indícios de demissão ilegal ou discriminatória, seu advogado pode orientá-lo a entrar com uma ação na Justiça do Trabalho.
  5. Solicite perícia médica no INSS: Isso pode ajudar a estabelecer o nexo causal entre sua condição e o trabalho.
  6. Mantenha-se em tratamento: Continue seu tratamento médico e guarde todos os registros.
  7. Busque apoio emocional: Lidar com problemas de saúde e demissão pode ser estressante. Não hesite em buscar apoio psicológico se necessário.
  8. Considere a reabilitação profissional: Se sua condição impedir o retorno à sua função anterior, explore as opções de reabilitação profissional oferecidas pelo INSS.
  9. Mantenha um diário: Registre como a fascite plantar afeta sua vida diária e sua capacidade de trabalhar. Isso pode ser útil em processos futuros.

Lembre-se, cada caso é único. Estes passos são um guia geral, mas a orientação de um advogado trabalhista é crucial para navegar sua situação específica.

Comprovando a Relação da Fascite Plantar com o Trabalho

Comprovar que sua fascite plantar está relacionada ao trabalho é crucial para garantir seus direitos. Aqui estão algumas estratégias para estabelecer essa relação:

Documentação Médica

  • Laudos detalhados de médicos especialistas (ortopedistas, fisiatras)
  • Exames de imagem (raio-x, ultrassom, ressonância magnética)
  • Histórico de tratamentos e medicações

Evidências do Ambiente de Trabalho

  • Fotos ou vídeos do seu local de trabalho mostrando condições que podem causar ou agravar a fascite plantar
  • Testemunhos de colegas sobre as condições de trabalho
  • Registros de horas trabalhadas, especialmente se envolvem longos períodos em pé

Histórico Ocupacional

  • Descrição detalhada das suas funções e como elas podem ter contribuído para a condição
  • Registros de queixas anteriores sobre dor nos pés ou desconforto no trabalho

Perícia Técnica

  • Solicite uma avaliação ergonômica do seu local de trabalho
  • Um laudo técnico pode estabelecer a relação entre suas atividades laborais e a fascite plantar

Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP)

  • Verifique se sua profissão tem uma alta incidência de fascite plantar, o que pode fortalecer seu caso

Diário de Sintomas

  • Mantenha um registro diário detalhando como seus sintomas se relacionam com suas atividades de trabalho

Ausência de Outros Fatores de Risco

  • Demonstre que você não tem outros fatores de risco significativos para fascite plantar fora do trabalho

Relatos de Agravamento

  • Documente como os sintomas pioram durante ou após o trabalho e melhoram nos períodos de folga

Tabela: Elementos para Comprovar a Relação com o Trabalho

ElementoImportânciaComo Obter
Documentação MédicaAltaConsultas com especialistas, exames
Evidências do AmbienteAltaFotos, vídeos, testemunhos
Histórico OcupacionalMédiaDescrição detalhada das funções
Perícia TécnicaAltaSolicitação de avaliação ergonômica
NTEPMédiaPesquisa epidemiológica
Diário de SintomasMédiaRegistro diário pessoal
Ausência de Outros FatoresBaixaAvaliação médica completa
Relatos de AgravamentoAltaRegistro consistente de sintomas

Lembre-se, quanto mais robusta for sua documentação e evidências, mais forte será seu caso para estabelecer a relação entre a fascite plantar e seu trabalho.

Benefícios e Compensações Possíveis por Fascite Plantar

Se sua fascite plantar for reconhecida como uma doença relacionada ao trabalho, você pode ter direito a diversos benefícios e compensações. Vamos explorar as possibilidades:

Auxílio-Doença Acidentário

  • Benefício concedido pelo INSS quando o trabalhador fica incapacitado por mais de 15 dias devido a uma doença ocupacional.
  • Valor: 91% do salário de benefício.
  • Duração: Até que você seja considerado apto para retornar ao trabalho.

Estabilidade Provisória

  • Garantia de emprego por 12 meses após o retorno ao trabalho, se afastado por mais de 15 dias e recebendo auxílio-doença acidentário.

Indenização por Danos Morais

  • Compensação pelo sofrimento psicológico causado pela doença relacionada ao trabalho.
  • Valor varia de acordo com a gravidade do caso e impacto na vida do trabalhador.

Indenização por Danos Materiais

  • Reembolso de despesas médicas, medicamentos e tratamentos relacionados à fascite plantar.
  • Pode incluir compensação por perda de capacidade laboral futura, se houver sequelas permanentes.

Aposentadoria por Invalidez

  • Em casos extremos, onde a fascite plantar causa incapacidade permanente para o trabalho.
  • Valor: 100% do salário de benefício.

Reabilitação Profissional

  • Programa do INSS que visa requalificar o trabalhador para retornar ao mercado de trabalho em uma nova função compatível com suas limitações.

Inclusão no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

  • Não é um benefício financeiro direto, mas garante que a empresa tome medidas para prevenir novos casos de fascite plantar.

Tabela: Resumo dos Benefícios e Compensações

Benefício/CompensaçãoCondiçãoValor/Duração
Auxílio-Doença AcidentárioIncapacidade > 15 dias91% do salário de benefício
Estabilidade ProvisóriaApós retorno do auxílio-doença12 meses
Indenização por Danos MoraisComprovação de danoVariável
Indenização por Danos MateriaisDespesas relacionadasValor das despesas + possível compensação futura
Aposentadoria por InvalidezIncapacidade permanente100% do salário de benefício
Reabilitação ProfissionalImpossibilidade de retorno à função originalNão aplicável
Inclusão no PPRAReconhecimento do risco ocupacionalNão aplicável

É importante ressaltar que a obtenção desses benefícios e compensações geralmente requer um processo legal. A assistência de um advogado trabalhista experiente pode ser crucial para garantir que você receba tudo a que tem direito.

Prevenção da Fascite Plantar no Trabalho

Prevenir a fascite plantar no ambiente de trabalho é fundamental tanto para empregadores quanto para empregados. Aqui estão algumas medidas preventivas eficazes:

Para Empregadores

  1. Implementar pausas regulares: Permitir que os funcionários façam pausas curtas para se sentar ou se alongar.
  2. Fornecer tapetes anti-fadiga: Instalar tapetes ergonômicos em áreas onde os funcionários ficam em pé por longos períodos.
  3. Adequar o ambiente de trabalho: Garantir que as estações de trabalho sejam ergonomicamente corretas.
  4. Oferecer treinamento: Educar os funcionários sobre a importância da saúde dos pés e técnicas de prevenção.
  5. Permitir rotação de tarefas: Alternar funções para evitar sobrecarga contínua nos pés.

Para Empregados

  1. Usar calçados adequados: Escolher sapatos confortáveis com bom suporte para o arco do pé.
  2. Praticar alongamentos: Realizar exercícios de alongamento para os pés e pernas regularmente.
  3. Manter um peso saudável: O excesso de peso aumenta a pressão sobre os pés.
  4. Utilizar órteses: Considerar o uso de palmilhas ou suportes para o arco plantar.
  5. Reportar desconforto precocemente: Comunicar ao empregador qualquer dor ou desconforto nos pés o quanto antes.

Tabela: Estratégias de Prevenção da Fascite Plantar no Trabalho

EstratégiaResponsávelBenefício
Pausas regularesEmpregadorReduz a fadiga nos pés
Tapetes anti-fadigaEmpregadorAmortece o impacto ao ficar em pé
Ambiente ergonômicoEmpregadorMinimiza o estresse nos pés
TreinamentoEmpregadorAumenta a conscientização
Rotação de tarefasEmpregadorDistribui a carga de trabalho
Calçados adequadosEmpregadoOferece suporte e conforto
AlongamentosEmpregadoMelhora a flexibilidade
Controle de pesoEmpregadoReduz a pressão nos pés
Uso de órtesesEmpregadoFornece suporte adicional
Comunicação precoceEmpregadoPermite intervenção rápida

A implementação dessas estratégias pode significativamente reduzir o risco de desenvolvimento da fascite plantar no ambiente de trabalho, beneficiando tanto o empregador quanto o empregado.

Conclusão

Lidar com a fascite plantar no contexto do trabalho pode ser desafiador, especialmente se você enfrenta uma demissão durante o tratamento. No entanto, é crucial lembrar que você tem direitos e opções.

A chave para proteger seus interesses é agir proativamente:

  1. Busque atendimento médico adequado e mantenha registros detalhados.
  2. Comunique-se abertamente com seu empregador sobre sua condição.
  3. Familiarize-se com seus direitos trabalhistas.
  4. Considere buscar orientação jurídica especializada.
  5. Explore todas as opções de benefícios e compensações disponíveis.

Lembre-se, a fascite plantar, quando relacionada ao trabalho, não é apenas um problema de saúde pessoal, mas uma questão de saúde ocupacional que merece atenção e cuidado adequados.

Se você está passando por essa situação, saiba que não está sozinho. Há profissionais de saúde, advogados trabalhistas e sistemas de suporte disponíveis para ajudá-lo a navegar por esse desafio.

Cuide da sua saúde, conheça seus direitos e não hesite em buscar o apoio necessário. Com as medidas adequadas, é possível superar a fascite plantar e garantir seus direitos trabalhistas, assegurando um futuro profissional mais saudável e seguro.

Perguntas Frequentes Sobre Demissão Com Fascite Plantar

Aqui estão algumas perguntas comuns que trabalhadores com fascite plantar frequentemente fazem, junto com respostas concisas:

  1. P: Posso ser demitido enquanto estou em tratamento para fascite plantar?
    R: Depende. Se a fascite plantar for reconhecida como doença ocupacional e você estiver recebendo auxílio-doença acidentário, a demissão é ilegal. Caso contrário, a legalidade dependerá das circunstâncias específicas.
  2. P: Quanto tempo dura a estabilidade provisória após o retorno ao trabalho?
    R: A estabilidade provisória dura 12 meses após o retorno ao trabalho, se você ficou afastado por mais de 15 dias recebendo auxílio-doença acidentário.
  3. P: Como posso provar que minha fascite plantar está relacionada ao trabalho?
    R: Através de documentação médica detalhada, evidências do ambiente de trabalho, histórico ocupacional, e possivelmente uma perícia técnica.
  4. P: Tenho direito a alguma compensação se minha fascite plantar for causada pelo trabalho?
    R: Sim, você pode ter direito a benefícios como auxílio-doença acidentário, indenizações por danos morais e materiais, entre outros.
  5. P: Meu empregador é obrigado a adaptar meu trabalho devido à fascite plantar?
    R: Sim, se a fascite plantar for reconhecida como relacionada ao trabalho, o empregador deve fazer adaptações razoáveis para acomodar sua condição.
  6. P: Posso recusar uma demissão se estiver com fascite plantar?
    R: Se você tiver estabilidade provisória devido à doença ocupacional, pode recusar a demissão. Em outros casos, consulte um advogado trabalhista para avaliar suas opções.
  7. P: O que devo fazer se suspeitar que minha fascite plantar está relacionada ao trabalho?
    R: Procure atendimento médico, documente seus sintomas e condições de trabalho, e comunique sua suspeita ao seu empregador e ao médico do trabalho.
  8. P: Posso mudar de função devido à fascite plantar?
    R: Sim, se sua condição impedir o desempenho de suas funções atuais, você pode solicitar mudança de função ou reabilitação profissional.
  9. P: Quanto tempo demora para recuperar da fascite plantar?
    R: O tempo de recuperação varia, podendo levar de algumas semanas a vários meses, dependendo da gravidade e do tratamento.
  10. P: Posso trabalhar de casa se tiver fascite plantar?
    R: Depende da sua função e da política da empresa. Se o trabalho remoto for viável, pode ser uma adaptação razoável para sua condição.

Lembre-se, estas são respostas gerais. Cada caso é único e pode requerer análise específica por um profissional de saúde e/ou advogado trabalhista.

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Marcel Sanches
Autor e Revisor
Advogado na Ls Advogados. Especialista em Direito Privado e Atuação nos Tribunais Superiores.
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